O impacto duradouro do 11 de setembro
Scott Larsen tinha 4 anos quando seu pai, um bombeiro de Nova York, morreu no desabamento do World Trade Center em 11 de setembro de 2001. O pai, aos 35 anos, foi um dos 343 membros do Corpo de Bombeiros que perderam a vida no ataque que, junto com as quedas das aeronaves no Pentágono e na Pensilvânia, matou cerca de 3.000 pessoas. O evento remodelou a segurança nacional dos EUA e desencadeou guerras que resultaram em mais de 900 mil mortes ao longo de décadas.
Legado e superação
Larsen, hoje com 29 anos, seguiu a carreira do pai no quartel de Woodside. Ele é um dos 58 filhos de bombeiros mortos que decidiram continuar o legado familiar. Enquanto isso, o Dr. Michael Crane, do Programa de Saúde do World Trade Center, dedica-se a tratar sobreviventes e socorristas expostos à poeira tóxica. O programa já atendeu mais de 150 mil pessoas, com milhares de casos de doenças respiratórias e câncer registrados.
Perguntas sem resposta
Michael Tuohey, ex-agente de aeroporto, vive com o peso de ter feito o check-in de dois sequestradores em Portland. Embora o instinto de Tuohey tenha alertado sobre algo estranho, a inexistência de protocolos específicos na época impediu que ele agisse. A experiência, assim como a de milhares de americanos, permanece como uma ferida aberta 25 anos após a tragédia.
