O impacto do 11 de setembro
O presidente George W. Bush estava em um campo de golfe na Flórida na manhã de 11 de setembro de 2001, quando começou o dia que mudaria sua presidência. Como um dos correspondentes da Reuters que acompanhavam a comitiva presidencial, eu cobria um evento rotineiro em uma escola primária em Sarasota para promover políticas educacionais. O cenário mudou drasticamente quando um assessor sussurrou ao presidente: “A América está sob ataque”, após o segundo avião atingir as torres gêmeas.
O caos e a reação presidencial
Enquanto o país entrava em pânico, Bush foi levado ao Air Force One, iniciando uma jornada por bases aéreas na Louisiana e Nebraska para garantir a segurança nacional. O ex-presidente, hoje aos 80 anos, reflete sobre aquele dia e planeja participar de cerimônias no Ground Zero. O governo Bush enfrentou críticas posteriores por técnicas de interrogatório e pela invasão do Iraque em 2003, mas o dia dos ataques permanece como um marco de vulnerabilidade na história americana.
Memórias do Ground Zero
Dias após os ataques, o repórter acompanhou Bush ao local da tragédia. Com as torres ainda em chamas e o cheiro de destruição no ar, o presidente declarou que os EUA estavam em guerra contra militantes islâmicos ao subir em um caminhão de bombeiros. As cinzas que cobriram os sapatos do jornalista naquele dia permanecem guardadas até hoje, como um testemunho físico de um dos eventos mais traumáticos do século XXI.
