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A posição política de ex-VJs da MTV em meio à foto de Penélope com Flavio Bolsonaro

A revelação de que Penélope Nova é bolsonarista reacendeu o debate sobre as posições políticas de diversos nomes que marcaram a história da MTV Brasil.

Redação•10 de set. de 2026, 08:40
A posição política de ex-VJs da MTV em meio à foto de Penélope com Flavio Bolsonaro
Imagem: site

A posição política de ex-VJs da MTV em meio à foto de Penélope com Flavio Bolsonaro

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O impacto da revelação de Penélope Nova

A aparição de Penélope Nova ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) em um ato político na Avenida Paulista, no último domingo, 7, gerou intenso debate entre os antigos admiradores da MTV. Após enfrentar críticas, a ex-VJ utilizou as redes sociais para declarar que havia "saído do armário direito" e se assumiu bolsonarista. O posicionamento conservador da apresentadora, que ganhou fama entre 2001 e 2011 abordando temas como sexo e relacionamentos, destoa da imagem construída na época, mas reflete um cenário de diversidade ideológica entre outros ex-rostos da emissora.

Um espectro de visões políticas entre ex-VJs

O caso de Penélope levanta a questão sobre a pluralidade política de outros nomes marcantes da MTV:

Titi Müller: Exponente do progressismo, ironizou xingamentos a Bolsonaro no Rock in Rio 2019 e foi mestre de cerimônias do Festival do Futuro na posse de Lula, em 2022.

Astrid Fontenelle: Defensora de Lula e Guilherme Boulos, mantém um posicionamento crítico constante contra o racismo, fascismo e desigualdades sociais.

Marcos Mion: Mantém uma postura cautelosa. Focou em políticas para autismo junto a Jair Bolsonaro em 2019, mas já criticou falas capacitistas de Lula em 2023, sem declarar apoio a partidos.

Zeca Camargo: Demonstrou proximidade com o campo de esquerda, aparecendo em registros com o presidente Lula e a primeira-dama, Janja, além de críticas públicas à gestão Bolsonaro.

Maria Paula: Filiou-se ao União Brasil em 2022, mas após divergências internas, optou por uma postura suprapartidária, não se alinhando a espectros claros de direita ou esquerda.

Didi Wagner: Apesar do histórico ligado a pautas feministas e comportamentais, a ex-apresentadora evita declarações eleitorais que a classifiquem em um campo partidário definido.

Marina Person: Apresenta uma linha progressista clara, sendo crítica à gestão de Bolsonaro e cobrando políticas públicas de cultura e audiovisual mais robustas sob a administração petista.

João Gordo: Militante histórico da cena punk, declarou voto em Lula em 2022. Sua obra musical é recheada de críticas ácidas ao conservadorismo e governos de direita.

Soninha Francine: Teve uma trajetória migratória, saindo do PT e passando pelo PPS até chegar ao Cidadania. Hoje, próxima ao centro-direita, apoia Tarcísio de Freitas (Republicanos), mantendo críticas ao bolsonarismo e ao lulismo.

Edgard Piccoli: Com uma carreira longa na emissora, declara ter se decepcionado com a esquerda, porém mantém críticas a Bolsonaro, situando-se fora da polarização tradicional.

Fernanda Lima: Foi uma das vozes mais ativas contra Bolsonaro em 2018, aderindo ao "#EleNão", e declarou apoio a Lula em 2022.

Bento Ribeiro: Utiliza o humor para ironizar ambos os lados da polarização. Recentemente, tem sido alvo de debates sobre uma possível guinada conservadora devido a críticas à cultura woke, embora continue satirizando o bolsonarismo.

Fonte: https://veja.abril.com.br/cultura/a-posicao-politica-de-ex-vjs-da-mtv-em-meio-a-foto-de-penelope-com-flavio-bolsonaro/

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