A instituição AtlasIntel iniciou a realização de uma nova pesquisa nacional voltada para a disputa presidencial de 2026. O levantamento, conduzido entre os dias 9 e 14 de outubro, conta com a audição de 5.000 entrevistados e possui divulgação prevista para o dia 15 de outubro. O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-01093/2026, apresentando uma margem de erro de 1 ponto percentual para mais ou para menos e um nível de confiança estimado em 95%.
O questionário aborda um cenário de segundo turno simulado entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro, questionando as intenções de voto, o índice de rejeição de ambos os nomes e o grau de definição da escolha do eleitorado, incluindo opções de voto em branco, nulo ou indecisão.
Áreas de governo e avaliação de lideranças
A pesquisa mede o nível de confiança depositado em Lula e Flávio Bolsonaro em setores como economia, inflação, saúde, educação, criminalidade e tráfico de drogas, combate à corrupção, política externa, impostos, equilíbrio fiscal, promoção da democracia, geração de empregos, redução da pobreza, infraestrutura e proteção ambiental.
O levantamento também apura a aprovação e o desempenho de Lula, de governadores estaduais e de prefeitos municipais, além de medir a imagem positiva ou negativa de diferentes lideranças políticas, tais como:
- Flávio Bolsonaro
- Jair Bolsonaro
- Michelle Bolsonaro
- Lula
- Geraldo Alckmin
- Janja
- Davi Alcolumbre
- Hugo Motta
- Zema
- Ronaldo Caiado
- Renan Santos
Temas prioritários e economia
Entre as questões socioeconômicas, os participantes são convidados a apontar até três dos principais problemas enfrentados pelo Brasil, que abrangem saúde, educação, corrupção, segurança, desemprego, desigualdade social, entre outros. O questionário ainda investiga qual resultado eleitoral gera maior apreensão e mapeia o posicionamento político dos entrevistados entre faixas de esquerda, centro e direita.
No âmbito econômico, a pesquisa avalia a percepção sobre a situação financeira do país, do mercado de trabalho e das finanças familiares, além de registrar expectativas para os seis meses seguintes e o comportamento de consumo. Medidas do governo atual — como o arcabouço fiscal, a reforma tributária, o programa Gás do Perfil, a isenção do Imposto de Renda para rendas inferiores a 5.000 reais, o programa Desenrola e iniciativas de crédito e privatizações — também passam por avaliação popular.
Crises institucionais
Por fim, um módulo específico investiga os reflexos da crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro. Outro ponto abordado é o caso Banco Master, questionando qual grupo político estaria mais associado ao esquema de fraudes financeiras de acordo com a percepção pública.
