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Economia

CNC defende aprimoramento do Judiciário para o crescimento econômico

A CNC defende que o aprimoramento dos mecanismos internos do Judiciário e a estabilidade jurídica são essenciais para assegurar a confiança e os investimentos no Brasil.

Redação•09 de set. de 2026, 23:18
CNC defende aprimoramento do Judiciário para o crescimento econômico
Imagem: site

CNC defende aprimoramento do Judiciário para o crescimento econômico

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Estabilidade institucional como base para o desenvolvimento

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manifestou-se sobre a atual crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota divulgada nesta quarta-feira (9), a entidade enfatizou que a estabilidade jurídica e o fortalecimento das instituições são fundamentais para o desenvolvimento social e o crescimento econômico do Brasil.

A CNC expressou confiança na gestão do presidente do STF, ministro Edson Fachin, para enfrentar os desafios internos. A confederação destacou que o setor produtivo acompanha atentamente a crise e defende a conclusão célere e transparente dos inquéritos em curso, garantindo a responsabilização conforme a lei.

Propostas para o fortalecimento do Judiciário

Para elevar a legitimidade e a confiança pública na Corte, a CNC propõe um fortalecimento institucional por meio de soluções perenes e de uma profunda autoavaliação. Entre as medidas sugeridas pela entidade, destacam-se: o reforço do código de conduta, o aumento da eficiência dos órgãos de correição e o aperfeiçoamento constante dos ritos procedimentais.

A confederação também ressaltou o papel do Senado Federal como representante dos Estados, destacando sua capacidade de utilizar instrumentos constitucionais para contribuir com o equilíbrio entre os Três Poderes. "O empresariado brasileiro precisa e quer confiar no futuro do País. Garantir um ambiente de negócios previsível, transparente e guiado pela estrita aplicação das leis é o único caminho para restabelecer a estabilidade e assegurar a retomada dos investimentos no Brasil", concluiu a nota.

Esta posição soma-se a um movimento maior: cerca de 3 mil entidades do setor produtivo, lideradas pela Fiesp, lançaram o "Manifesto à Nação". O grupo, que afirma representar 90% do PIB brasileiro e 40 milhões de empregos, sublinha que o Brasil vive uma crise institucional grave com epicentro na Corte máxima do país.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/negocios/cnc-defende-aprimoramento-do-judiciario-como-pilar-de-crescimento-economico/

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