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Economia

Discussão sobre alíquotas do imposto do pecado fica para depois das eleições

Ministro da Fazenda afirmou nesta quinta-feira (8) que as alíquotas do Imposto Seletivo serão discutidas com o Congresso após as eleições.

Redação•08 de out. de 2026, 21:44
Discussão sobre alíquotas do imposto do pecado fica para depois das eleições
Imagem: site

Discussão sobre alíquotas do imposto do pecado fica para depois das eleições

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou nesta quinta-feira (8) que o debate acerca das alíquotas do Imposto Seletivo, amplamente conhecido como "imposto do pecado", será realizado somente após o período eleitoral. Na ocasião, o governo encaminhará ao Congresso Nacional os termos do entendimento firmado com os segmentos impactados pela medida.

Segundo o ministro, o pacto foi concluído no transcurso da semana, havendo uma reunião programada para a semana seguinte e o compromisso da gestão do presidente Lula de enviar o acordo estabelecido com os setores envolvidos.

Instituído por meio da reforma tributária, o tributo seletivo recairá sobre mercadorias e prestações de serviços avaliadas como nocivas ao meio ambiente ou à saúde humana. O objetivo central consiste em arrecadar recursos e, paralelamente, desestimular o consumo de tais itens.

A relação de produtos tributados abrange:

  • Cigarros
  • Bebidas alcoólicas
  • Refrigerantes
  • Veículos específicos, dependendo do grau de poluição
  • Atividades de extração de bens minerais

Conforme dados divulgados, a projeção da equipe econômica aponta para uma arrecadação de R$ 41,9 bilhões com o imposto seletivo no ano de 2027.

De acordo com o Ministério da Fazenda, a proposta inicial consiste em preservar a carga tributária incidente sobre os produtos durante um intervalo de transição, cuja duração não foi detalhada. Posteriormente, a diretriz prevê a elevação da taxação em virtude do seu propósito regulatório de diminuir a utilização de mercadorias prejudiciais à saúde e ao ecossistema.

Aliado à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), outro tributo sobre o consumo originado na reforma tributária que entrará em vigor em 2027, o governo ambiciona preservar a estabilidade da arrecadação em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB).

Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/10/08/imposto-do-pecado-discussao-sobre-aliquotas-ficara-para-depois-das-eleicoes-diz-ministro-da-fazenda.ghtml

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