O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou na última terça-feira (22) durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Diante de líderes de diversos países, o mandatário americano enalteceu as Forças Armadas de seu país e proferiu ameaças a outras nações.
Entre os principais pontos abordados, Trump comentou sobre a possibilidade de "aniquilar o Irã" caso um acordo não seja firmado. O presidente norte-americano colocou em dúvida o futuro da República Islâmica, questionando se prefere um pacto que permita reconstruir o país ou enfrentar uma destruição rápida.
Em relação a Cuba, o líder dos Estados Unidos classificou a ilha como um "Estado falido" e declarou que a Casa Branca busca uma transformação profunda na situação local, afirmando que o regime comunista enfrenta sua maior pressão histórica e que a "liberdade chegará para Cuba".
O discurso também abordou a Venezuela e a operação militar realizada em janeiro, sob ordens do governo americano, em Caracas. Trump celebrou a captura de Nicolás Maduro, a quem chamou de "ditador fora da lei", e utilizou a expressão "ao vitorioso, os espólios" para justificar que a força militar será empregada para resguardar os interesses vitais norte-americanos.
Além da geopolítica, Trump defendeu o avanço da tecnologia e rejeitou restrições ao setor, argumentando que a novidade será maior do que a revolução industrial e a internet. O presidente sugeriu ainda que o termo "inteligência artificial" seja substituído por "superinteligência" em documentos oficiais dos Estados Unidos e de outras nações, por considerar que a palavra "artificial" transmite uma falsa impressão de falsidade.
