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Em manifesto liderado pela Fiesp, empresários pedem que STF examine ‘fatos’

Liderado pela Fiesp, manifesto com 2.650 entidades pede que o STF examine fatos e garanta transparência em meio a crise institucional enfrentada pelo Brasil.

Redação•08 de set. de 2026, 23:23
Em manifesto liderado pela Fiesp, empresários pedem que STF examine ‘fatos’
Imagem: site

Em manifesto liderado pela Fiesp, empresários pedem que STF examine ‘fatos’

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Entidades exigem transparência do Supremo

Um grupo de entidades empresariais, liderado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), organizou o "Manifesto à Nação Brasileira". O documento, que conta com a adesão de 2.650 entidades de classe, solicita que o Supremo Tribunal Federal (STF) examine fatos diante da crise institucional que afeta o País.

A crise no centro do debate

O manifesto destaca que o Brasil vive uma crise institucional grave e aponta o STF como o epicentro do problema. Segundo o texto, a autoridade de um tribunal depende da imparcialidade e da transparência, e que, se a legitimidade da Corte é questionada, a segurança jurídica e a confiança nas instituições ficam comprometidas.

As entidades enfatizam que o STF, embora guardião da Constituição, não está isento de prestar contas e deve submeter-se ao julgamento da sociedade e do Direito. O documento exige que o Plenário da Corte examine os fatos em sessão pública, com urgência e sem corporativismo.

Contexto e repercussão

A mobilização ocorre em meio a revelações sobre diálogos entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, envolvendo questões sobre contratos e uso de aeronaves. Empresários afirmam que o setor privado não deve se omitir diante da gravidade da situação.

Embora entidades de setores como o automotivo, imobiliário e financeiro tenham assinado o documento, parte do setor produtivo demonstrou receio de que a medida seja interpretada como politicagem ou que possa gerar retaliações judiciais.

Uma versão preliminar do texto, que pedia expressamente o afastamento de autoridades, foi descartada para evitar o escalonamento da crise política. A Fiesp possui um histórico de articulações em momentos de instabilidade, tendo liderado manifestos em 2021 e 2022, além do movimento "Não Vou Pagar o Pato" em 2015.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/em-manifesto-liderado-pela-fiesp-empresariado-pede-que-plenario-do-stf-examine-fatos/

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