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Flávio Bolsonaro classifica reajuste do Bolsa Família como ilegal

Em ato na Bahia, Flávio Bolsonaro criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado por Lula e rebateu acusações sobre suposto apoio estrangeiro.

Redação•17 de set. de 2026, 17:22
Flávio Bolsonaro classifica reajuste do Bolsa Família como ilegal
Imagem: site

Flávio Bolsonaro classifica reajuste do Bolsa Família como ilegal

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O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) classificou nesta quinta-feira (17), durante ato de campanha em Vitória da Conquista, na Bahia, o reajuste do programa Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um “ato de desespero” e uma medida ilegal.

Durante o evento, Flávio Bolsonaro criticou o anúncio feito pelo atual mandatário no Palácio do Planalto pela manhã. “Não caiam em mais uma falsa promessa da picanha, porque o Lula, num ato de desespero, acabou de fazer um decreto, mesmo sabendo que é proibido durante as eleições. Ele acha que vai enganar alguém dezessete dias antes das eleições. Ele sabe que isso não pode”, afirmou o candidato.

No anúncio governamental realizado nesta manhã, o presidente Lula informou que o piso do benefício passará de R$ 600 para R$ 691, com pagamentos previstos para iniciar em outubro. Já o valor médio do benefício será elevado de R$ 675 para R$ 777.

Repercussão sobre ajuda internacional

Ainda em entrevista durante a agenda na Bahia, Flávio rebateu acusações sobre um suposto custeio estrangeiro à sua campanha eleitoral. A declaração ocorre após a divulgação de que o governo dos Estados Unidos exigiu, por meio de um documento do ano passado, que dissidentes políticos pudessem disputar o pleito deste ano.

“Essa narrativa não vai colar, desculpa. Quem resolve a eleição é a gente aqui. A oposição está disputando a eleição, a gente vai ganhar a eleição com as regras que estão aí”, declarou o senador, acrescentando que pretende se aproximar de grandes potências democráticas voltadas para a geração de riquezas.

O documento em questão foi entregue a Mauro Vieira em 16 de outubro de 2025, durante encontro em Washington com o secretário de Estado, Marco Rubio, e com o chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer. O texto trazia sugestões de pautas para a reunião e incluía, além do pleito para dissidentes políticos, pedidos para que o Brasil adotasse o princípio da neutralidade competitiva referente ao papel do Banco Central na regulação dos meios de pagamento eletrônico, como o Pix.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/flavio-ve-ato-de-desespero-em-bolsa-familia-e-diz-que-medida-e-ilegal/

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