Neste domingo (11), o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) agenda compromissos na capital paulista para encontros com prefeitos e vereadores da Região Metropolitana de São Paulo. A movimentação acontece depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve mais votos que o senador em localidades da região, com destaque para a própria capital paulista.
As reuniões acontecem em duas agendas separadas, ambas sediadas no Terraço Notiê, localizado no Shopping Light, na região central da cidade. A primeira delas, marcada para o meio-dia, reúne o primogênito de Jair Bolsonaro (PL) com os prefeitos da região que abrange 39 municípios, a exemplo de São Bernardo do Campo, Cotia, Osasco, Guarulhos e Franco da Rocha. O segundo compromisso está agendado para as 14h, no mesmo local, com a participação dos vereadores das cidades da região.
Além de Flávio Bolsonaro, os eventos contam com as presenças do governador reeleito do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e dos senadores eleitos Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).
Para a segunda-feira (12), a programação em discussão prevê que Flávio e Tarcísio sigam para São José dos Campos, no Vale do Paraíba. O planejamento inclui um ato político de maior proporção e uma motocarreata, podendo contar também com convites a parlamentares eleitos em outros estados. No sábado (10), o senador esteve cumprindo agenda no Rio de Janeiro. A agenda no Vale do Paraíba acontece no feriado de Nossa Senhora Aparecida, embora, até o momento, não exista previsão de visita ao Santuário Nacional de Aparecida.
O estado de São Paulo assume papel central na atuação de Tarcísio durante o segundo turno. Após assegurar a reeleição ao governo estadual ainda no primeiro turno, o governador declarou a intenção de colaborar na organização da campanha de Flávio no território paulista e de integrar agendas em outras regiões do país. A estratégia debatida entre os aliados consiste em mapear os locais onde Flávio possui margem para expandir sua votação, enquanto a campanha busca consolidar a vantagem conquistada nos estados em que o candidato encerrou o primeiro turno na frente de Lula.
