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Geraldo Alckmin defende redução da maioridade penal para crimes graves em agenda na Bahia

Em agenda na Bahia, o vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes graves.

Redação•15 de out. de 2026, 14:30
Geraldo Alckmin defende redução da maioridade penal para crimes graves em agenda na Bahia
Imagem: site

Geraldo Alckmin defende redução da maioridade penal para crimes graves em agenda na Bahia

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Durante agenda de campanha em Salvador, na Bahia, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) declarou apoio à redução da maioridade penal para 16 anos aplicada a crimes graves, como homicídio, latrocínio e delitos contra a vida. A manifestação ocorreu nesta quinta-feira (15), ao lado do governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT).

A declaração de Alckmin surge um dia após a oposição apresentar uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública com sugestão semelhante. A medida representa uma das principais bandeiras defendidas pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Durante o evento, Alckmin também comentou a aprovação da PEC que extingue a escala de trabalho 6x1, votada favoravelmente pelo PL e por Flávio Bolsonaro no Senado Federal na quarta-feira (14), apontando uma suposta mudança de postura anterior da legenda. Conforme informações da CNN Brasil, o senador já indicou a aliados e empresários a intenção de revisar a alteração caso seja eleito. "Eles votaram por medo eleitoral e têm a ideia de mudar em seguida. Vamos ficar atentos à verdade, queremos fazer justiça para que o trabalhador possa estudar e cuidar da saúde e da casa", afirmou o vice-presidente.

Abordando o cenário da Justiça Eleitoral, Alckmin manifestou preocupação diante de acusações recentes feitas pela campanha de Lula contra a Meta — proprietária do Facebook, Instagram e WhatsApp —, que apontou "tratamento desigual" e irregularidades na entrega de conteúdos digitais. "A Justiça eleitoral foi uma conquista, então é preciso ter isenção e segurança jurídica. É isso que se espera", pontuou.

Em relação a um eventual ajuste fiscal em um quarto mandato de Lula, Alckmin descartou cortes voltados aos aposentados, argumentando que a maioria recebe um salário mínimo e enfrenta vulnerabilidades sociais. "Não é possível fazer um ajuste fiscal em cima do aposentado: 70% ganham um salário mínimo. Às vezes, eles não têm casa própria, são idosos e têm doenças, e você quer tirar deles R$ 40? Não, vamos fazer ajuste fiscal em cima dos supersalários, dos privilégios", declarou.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/na-bahia-alckmin-defende-reducao-da-maioridade-penal-para-crimes-graves/

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