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Guerra contra facções criminosas não deve passar de dois anos, diz Renan Santos

Candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos afirmou em Aparecida (SP) que o combate às facções criminosas deve durar no máximo dois anos.

Redação•22 de set. de 2026, 19:13
Guerra contra facções criminosas não deve passar de dois anos, diz Renan Santos
Imagem: site

Guerra contra facções criminosas não deve passar de dois anos, diz Renan Santos

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Candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos afirmou nesta terça-feira (22) que o combate às facções criminosas no país precisa ser encerrado em um prazo máximo de dois anos. A declaração foi dada durante uma agenda de campanha no Vale do Paraíba, após o candidato participar de uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP).

Durante conversa com apoiadores e jornalistas no local, Renan detalhou propostas voltadas para a segurança pública. “Nós precisamos destruir as facções criminosas. […] Nós precisamos prender todos os líderes dessas facções. Prender por muito tempo”, declarou. O postulante ao Palácio do Planalto classificou a ofensiva como uma guerra que exige coordenação entre o governo federal, os estados e as forças policiais. “É uma guerra que não pode durar mais do que dois anos. É uma guerra que o presidente da República tem que coordenar junto com o governo e com as polícias”, pontuou.

Em uma sabatina concedida ao SBT em agosto, o candidato havia fixado um prazo mais curto para o mesmo objetivo. Na ocasião, afirmou que o país teria “um ano para destruir a vida desses caras”, acrescentando que as organizações criminosas tornam a vida dos brasileiros um inferno. Na mesma entrevista, defendeu acordos internacionais de cooperação com nações como Estados Unidos e Holanda com foco em inteligência, ressaltando, contudo, que a execução das operações em território nacional compete exclusivamente ao Brasil por motivos de soberania.

As diretrizes do candidato para a área de segurança pública também preveem a expansão do sistema prisional, com a proposta de criar de 300 mil a 500 mil novas vagas em presídios, além de medidas mais rigorosas contra membros de facções. Durante a passagem por Aparecida, Renan levou um exemplar de “O Livro Amarelo” — documento com mais de 400 páginas elaborado pelo Missão que reúne as propostas e serve de base para o seu plano de governo — para ser abençoado. Posteriormente, o candidato seguiu para São José dos Campos (SP) para dar continuidade aos compromissos da “Futuro Glorioso Tour”, caravana que visita municípios nas regiões Sul e Sudeste.

Ainda durante a agenda desta terça-feira, Renan comentou o discurso proferido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde o petista afirmou que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém”. O presidenciável associou o conceito de soberania à capacidade de desenvolvimento industrial e de investimentos em setores estratégicos como defesa e tecnologia. Na ocasião, criticou a política econômica do atual governo e sustentou que, para reverter a desindustrialização, seriam necessários cortes na carga tributária e nos juros, além de flexibilização na legislação trabalhista.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/guerra-contra-faccoes-nao-pode-durar-mais-do-que-dois-anos-diz-renan/

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