Cenário eleitoral na Fifa
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, parece ter consolidado o apoio necessário para garantir sua reeleição. Fontes próximas às discussões revelam que, embora o mandatário tenha enfrentado uma crise recente devido ao fracasso da proposta de venda de 20% das competições da entidade, sua base de apoio fora da Europa permanece resiliente.
Mudança de estratégia na oposição
Diante da dificuldade em encontrar um nome capaz de derrotar o suíço-italiano, que detém um sistema de relações consolidado ao longo de uma década, opositores agora avaliam mudar o foco. Em vez de uma tentativa direta de derrubada nas urnas, o debate tem migrado para a limitação dos poderes presidenciais e uma governança mais rigorosa.
Desafios para os críticos
Apesar de confederações como a Uefa e federações como a da França terem manifestado oposição, o sistema de votação da Fifa — onde cada uma das 211 federações possui um voto — exige uma coalizão global que ainda não se concretizou. Nomes como Nasser Al-Khelaifi e Victor Montagliani foram citados como alternativas, mas ambos não se colocaram como candidatos. Com o prazo final para indicações em 18 de novembro, o tempo joga a favor da manutenção de Infantino no cargo.
