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Manuela d'Ávila é candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul

Manuela d'Ávila (PSOL) disputa vaga no Senado pelo Rio Grande do Sul. Conheça sua trajetória, suplentes e propostas.

Redação•19 de set. de 2026, 09:56
Manuela d'Ávila é candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul
Imagem: site

Manuela d'Ávila é candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul

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Nas eleições de outubro, além da disputa pelo governo estadual, o eleitorado do Rio Grande do Sul também votará para o Senado. O estado conta com mais de 8,5 milhões de eleitores aptos a participar do pleito. Entre os concorrentes à vaga está Manuela d'Ávila, filiada ao PSOL.

Trajetória política e profissional

Nascida Manuela Pinto Vieira d'Ávila, a candidata tem 45 anos, é jornalista e escritora. Sua trajetória pública começou no movimento estudantil. Aos 23 anos, em 2004, foi eleita a vereadora mais jovem da história de Porto Alegre. Posteriormente, em 2006, conquistou seu primeiro mandato como deputada federal, sendo reeleita em 2010. Em 2014, tornou-se deputada estadual no Rio Grande do Sul, cumprindo um único mandato nessa função.

Ao longo de sua carreira, Manuela d'Ávila também disputou a Prefeitura de Porto Alegre em três ocasiões — nos anos de 2008, 2012 e 2020 —, mas não obteve sucesso em nenhuma delas. Em âmbito nacional, foi candidata a vice-presidente em 2018 na chapa encabeçada por Fernando Haddad (PT). Como escritora, é autora de obras como "A Dor Comum", "Mulheres Contra o Colapso", "Revolução Laura" e "Por Que Lutamos?".

Filiação partidária e alianças

Manuela d'Ávila integrou os quadros do PCdoB por 25 anos, partido que deixou em 2024. Em dezembro de 2025, filiou-se ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), sigla pela qual concorrerá ao Senado. Sua chapa contará com Henrique Fontana e Lucas Cargnato, ambos do PT, como suplentes.

Propostas da campanha

Entre as pautas defendidas pela candidata estão:

  • A proibição da publicidade e dos patrocínios de bets.
  • O aumento de recursos orçamentários para o tratamento de pessoas com dependência em jogos de azar.
  • A criação de uma política nacional permanente voltada ao enfrentamento do feminicídio.
  • A garantia de recursos obrigatórios no orçamento da União para casas de acolhimento, patrulhas especializadas, uso de tornozeleiras eletrônicas, atendimento pelo SUS e a proteção dos filhos das vítimas.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/quem-e-manuela-davila-candidata-ao-senado-pelo-rio-grande-do-sul/

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