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Marcella Kozinski é confirmada no Miss Universe 2026 em meio a conflito interno

A organização do Miss Universe Brasil confirmou a participação de Marcella Kozinski no Miss Universe 2026 em Porto Rico, em meio a disputas na cúpula global.

Redação•23 de set. de 2026, 13:12
Marcella Kozinski é confirmada no Miss Universe 2026 em meio a conflito interno
Imagem: site

Marcella Kozinski é confirmada no Miss Universe 2026 em meio a conflito interno

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A organização do Miss Universe Brasil confirmou a participação de Marcella Kozinski, de 26 anos, na edição de 2026 do Miss Universe, que está marcada para acontecer no dia 24 de novembro em Porto Rico. A confirmação da representante brasileira ocorre em meio a um cenário de disputa pública e acalorada sobre a atuação do empresário tailandês Nawat Itsaragrisil na estrutura do concurso internacional.

Em comunicado oficial, os diretores nacionais expressaram apoio à Miss Universe Organization e às medidas adotadas para proteger a integridade, a estabilidade e o legado da competição. O texto defende que os representantes de cada país cumpram suas responsabilidades com respeito, igualdade, transparência e segurança. A nota também manifesta desaprovação em relação a ações de Nawat que possam gerar divisão, confronto ou desinformação, comprometendo o andamento da disputa.

Entenda a polêmica envolvendo Nawat e o Miss Universe

A controvérsia envolvendo o empresário tailandês e a Miss Universe Organization teve início em 31 de julho, quando ele foi anunciado como CEO da Miss Universe Eastern, após atuar como vice-presidente da Miss Universe Asiana. Na época, Nawat celebrou a função e afirmou estar profundamente honrado e feliz. Posteriormente, notas apontaram que a Miss Universe Organization operaria como uma joint venture entre os dois parceiros, com 50% de participação para cada lado.

As divergências tornaram-se públicas quando Nawat passou a questionar a administração do concurso e aspectos financeiros relacionados à realização do Miss Universe 2026 em Porto Rico, exigindo maior transparência na utilização dos recursos. No início de setembro, a Miss Universe Organization contestou a autoridade do empresário, afirmando que ele não possui posição de emprego, corporativa, executiva, operacional ou jurídica dentro da organização global.

Em resposta, a Miss Universe Eastern defendeu Nawat, afirmando que ele é o CEO devidamente nomeado da MU East e um franqueado reconhecido, além de ressaltar que a estrutura de propriedade é dividida igualmente entre MU East e MU West. Por sua vez, Nawat declarou que nunca alegou ser o único representante da Miss Universe Organization ou da JKN Universe LLC, sustentando que sua autoridade deriva da nomeação formal e da governança da Miss Universe Eastern.

Veto a países do Sudeste Asiático

Como desdobramento do conflito societário e de bastidores, a organização do Miss Universe declarou as representantes de seis países — Tailândia, Indonésia, Vietnã, Malásia, Singapura e Laos — inelegíveis para a final da 75ª edição do concurso.

A crise escalou após Nawat divulgar uma suposta negociação de US$ 8,7 milhões (cerca de R$ 44,6 milhões) ligada a Porto Rico e a uma conta bancária em disputa entre sócios. A matriz do Miss Universe classificou a divulgação como falsa, difamatória e um ato de interferência contra a reputação da marca. Como consequência, os contratos de franquia ligados ao empresário na Ásia Oriental foram anulados, resultando na perda do direito de inscrição das misses já eleitas nesses mercados, a menos que ocorram reversões judiciais antes da final.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/pop/celebridades/brasileira-e-confirmada-no-miss-universe-em-meio-a-tensao-interna/

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