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“O roubo se generalizou”, diz Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio Bolsonaro

Candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar defende combate rigoroso ao crime, critica o STF e aponta falhas no governo Lula.

Redação•11 de set. de 2026, 07:45
“O roubo se generalizou”, diz Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio Bolsonaro
Imagem: site

“O roubo se generalizou”, diz Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio Bolsonaro

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Trajetória e atuação política

Alfredo Gaspar, promotor de justiça e ex-chefe do Ministério Público de Alagoas, consolidou sua carreira no combate ao crime antes de ingressar na política. Após atuar como secretário de Segurança Pública, foi eleito deputado federal e ganhou notoriedade como relator da CPMI do INSS, onde propôs o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Sua experiência e origem nordestina o levaram à vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro para as eleições presidenciais.

Críticas ao governo e ao STF

Em entrevista à revista VEJA, Gaspar afirma que o governo Lula instrumentalizou a Polícia Federal para perseguir opositores. O candidato critica severamente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmando que o magistrado perdeu a condição de exercer o cargo. Sobre o caso envolvendo Daniel Vorcaro e o filme sobre Jair Bolsonaro, Gaspar defende a boa-fé de Flávio Bolsonaro, argumentando que não havia investigações na época dos fatos.

Propostas e segurança pública

O foco de Gaspar na campanha é a segurança pública. Ele defende medidas rigorosas, como a redução da maioridade penal e a implementação da castração química para estupradores. O candidato também critica a influência de facções criminosas no território brasileiro e defende que o país deve adotar uma postura de tolerância zero contra crimes graves.

Investigações e o Nordeste

Sobre as denúncias contra o filho do presidente, Gaspar reafirma que a CPMI do INSS descobriu uma rede de corrupção e tráfico de influência envolvendo o governo. Quanto ao Nordeste, reduto eleitoral tradicional do PT, a estratégia de sua chapa é apresentar uma alternativa ao que ele chama de "calote da esperança", propondo políticas de assistencialismo com portas de saída para a autonomia econômica dos cidadãos.

Fonte: https://veja.abril.com.br/paginas-amarelas/o-roubo-se-generalizou-diz-alfredo-gaspar-candidato-a-vice-de-flavio-bolsonaro/

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