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PT do Rio cobra acenos de Lula sobre segurança pública para enfrentar Flávio Bolsonaro

Coordenação fluminense da campanha de Lula quer agenda de segurança pública no Rio para tentar reverter vantagem de Flávio Bolsonaro.

Redação•06 de out. de 2026, 09:32
PT do Rio cobra acenos de Lula sobre segurança pública para enfrentar Flávio Bolsonaro
Imagem: site

PT do Rio cobra acenos de Lula sobre segurança pública para enfrentar Flávio Bolsonaro

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A coordenação fluminense da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou que o presidente leve ao estado do Rio de Janeiro uma agenda concreta voltada à segurança pública. O objetivo é tentar reverter a vantagem obtida por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no território fluminense durante o pleito.

A expectativa dos aliados locais é de que, em uma eventual visita ao Rio de Janeiro, o petista apresente propostas focadas na pacificação e na ocupação dos morros, além de uma mensagem explícita de valorização da Polícia Militar. A reivindicação visa dar conteúdo à atuação de Lula em uma área considerada estratégica pelos aliados para ampliar o seu volume de votos.

Segundo a avaliação da coordenação, o chefe do Executivo precisa detalhar como pretende combater a insegurança, assumindo compromissos que dialoguem diretamente tanto com os moradores de comunidades quanto com os agentes de segurança. As medidas são tratadas, por enquanto, como demandas da campanha fluminense e ainda não constituem anúncios oficiais definidos.

Os dados do primeiro turno evidenciam o tamanho do desafio que a campanha do PT precisa superar na segunda etapa da disputa no estado:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 53,01% dos votos válidos (4.966.844 votos).
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39,41% dos votos válidos (3.693.021 votos).

A diferença registrada foi de 1.273.823 votos, o que representa 13,6 pontos percentuais de desvantagem para o candidato petista.

Para tentar reverter esse cenário, a presença de Eduardo Paes no palanque é avaliada pela coordenação como uma peça essencial. Os aliados consideram o político fundamental para aproximar Lula do eleitorado de centro, cuja participação é vista como indispensável para expandir a base de apoio para além dos eleitores tradicionais do partido. A estratégia aposta que essa articulação ajude a dar maior alcance às propostas apresentadas pelo presidente no estado.

Até o momento, o presidente Lula ainda não possui uma data prevista para realizar viagens ao Rio de Janeiro nesta segunda etapa da eleição.

Fonte: https://veja.abril.com.br/brasil/os-acenos-sobre-seguranca-publica-que-o-pt-do-rio-pede-que-lula-faca-para-virar-o-jogo-sobre-flavio/

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