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Relação com a China será pragmática economicamente, afirma Flávio Bolsonaro

Candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro afirmou em Natal que sua gestão manterá foco econômico pragmático com a China e buscará investimentos globais.

Redação•21 de set. de 2026, 22:14
Relação com a China será pragmática economicamente, afirma Flávio Bolsonaro
Imagem: site

Relação com a China será pragmática economicamente, afirma Flávio Bolsonaro

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O candidato à Presidência pelo Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, declarou nesta segunda-feira (21), durante um comício em Natal (RN), que adotará uma postura de cunho econômico pragmático com a China caso vença a eleição. Segundo o candidato, o foco será buscar o que for melhor para o país, criticando a gestão atual por supostamente declarar guerra aos Estados Unidos e se aproximar excessivamente da China, ressaltando que o Brasil não precisa escolher lados.

Flávio apontou que sua meta principal na presidência será a atração de aportes financeiros externos. De acordo com o presidenciável, o cenário internacional aguarda a substituição do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que ocorra uma forte entrada de investimentos. Ele enfatizou a intenção de caminhar ao lado de nações desenvolvimentistas focadas em investir e transferir tecnologia, destacando que as negociações com Estados Unidos, China, Israel e o Oriente Médio priorizarão sempre os interesses do Brasil.

A manifestação de Flávio ocorre em um momento em que autoridades chinesas acompanham de perto a sua campanha presidencial. Há uma apreensão em Pequim sobre uma postura frontalmente favorável aos Estados Unidos e contrária aos chineses em uma eventual administração direitista, embora interlocutores do governo chinês avaliem o candidato como mais moderado e pragmático em comparação a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O histórico diplomático entre os dois países registrou atritos retóricos nos primeiros anos da gestão anterior. Contudo, fontes do governo chinês avaliam de forma reservada que a parceria bilateral é estratégica, gera vantagens mútuas duradouras e resiste a crises pontuais. A manutenção do Brasil no bloco dos Brics também é considerada fundamental para os interesses da China, especialmente porque o presidente Xi Jinping comandará o grupo em 2027, após o processo recente de expansão. Em contrapartida, o plano de governo de Flávio estabelece o retorno do pleito brasileiro de integrar a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), sem citar os Brics.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/relacao-com-a-china-vai-ser-sempre-pragmatica-economicamente-diz-flavio/

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