Donald Trump discursou na Assembleia Geral da ONU, onde fez duras críticas ao presidente venezuelano Nicolás Maduro, chamando-o de "criminoso fora da lei". O presidente norte-americano fez referência a uma operação militar em janeiro, em que forças dos EUA invadiram uma instalação militar em Caracas, alegando que a estrutura deveria estar protegida contra ataques.
"Nós conseguimos pegar o criminoso, o fora da lei, Nicolás Maduro", afirmou Trump. Ele destacou que, após a operação, milhares de venezuelanos presos "incorretamente" foram libertados, com a população celebrando no país.
O presidente também anunciou que os EUA assinaram um acordo de petróleo com a Venezuela, descrito como "o maior acordo de petróleo na história", envolvendo 65 bilhões de barris. Trump afirmou que o acordo trará benefícios tanto para americanos quanto para venezuelanos.
Além disso, Trump abordou a segurança na América Latina, classificando os cartéis como "organizações terroristas estrangeiras" e prometendo ações militares contra eles. Ele comparou os cartéis ao "Estado Islâmico do hemisfério ocidental" e afirmou que os EUA já realizaram dezenas de ataques contra embarcações de cartéis responsáveis por 97% do tráfico de drogas que entrava no país.
O discurso também incluiu críticas a Cuba, descrita como um "Estado falido totalmente", com Trump informando que Marco Rubio está conduzindo negociações com o país.
