O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou seu discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (22), após o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Por tradição, desde 1955, o líder do Brasil inicia os discursos no principal evento das Nações Unidas. Apesar de a ONU ter como meta 15 minutos para cada discurso, no ano passado, Trump falou por uma hora.
No início da fala, ele destacou números sobre economia, elogiou o Exército americano e chamou atenção para feitos de seu governo. "Enquanto outros falavam, eu agi. Enquanto outros falaram de paz, eu fiz paz. Enquanto outros ignoraram ameaças, eu as confrontei", alegou, adicionando que fez dos Estados Unidos o país mais forte do mundo.
Trump afirmou que o Irã é o maior "patrocinador" do terrorismo e que o país espalhava terror pelo Oriente Médio. Também voltou a dizer que nunca deixará o país ter uma arma nuclear. Ele ameaçou direta e claramente o Irã, propondo um acordo que deixaria o país reconstruir e criar um país "muito maior do que jamais foi" ou, alternativamente, "aniquilar a República Islâmica".
Sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia, Trump comentou que está trabalhando com os líderes dos dois países e que acredita que o conflito acabará "mais cedo do que as pessoas entendem". Ele também criticou a ONU, destacando que a instituição tem grande potencial, mas que estaria "impondo a agenda da extrema esquerda".
O presidente dos Estados Unidos também declarou se opor a qualquer tentativa de projeto global para controle da inteligência artificial, propondo mudar o nome da ferramenta para "superinteligência". Ele questionou alertas sobre possíveis riscos à humanidade, argumentando que "quem vencer inteligência artificial, ganha".
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/donald-trump-discurso-assembleia-geral-onu-2026/
