Decisão de Trump marca o 25º aniversário dos ataques
O presidente Donald Trump, natural de Nova York, optou por não comparecer ao ground zero durante o 25º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro. Em vez disso, o líder americano marcará a data com um discurso no Pentágono, em Arlington, Virginia. Enquanto quase todos os presidentes vivos confirmaram presença em Nova York, Trump será representado pelo vice-presidente, JD Vance.
A comitiva do presidente no Pentágono inclui a primeira-dama, Melania Trump, além de membros de seu gabinete, como o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent. Em entrevista à rádio de Sid Rosenberg, Trump negou que a ausência no World Trade Center tenha relação com o impedimento de discursar, prática adotada pelo Memorial e Museu do 11 de Setembro desde 2012 para manter o evento apartidário.
"Não há discursos, e eu não vou me forçar. Eu falo o suficiente", declarou Trump, que afirmou acreditar que as regras poderiam ter sido alteradas se ele tivesse solicitado. Diferente do Memorial em Nova York, o Pentágono permite que o presidente discurse, mantendo a tradição que ele seguiu em anos anteriores.
O calendário oficial de Trump inclui, logo após as homenagens, uma viagem à Irlanda em 12 de setembro para visitar seu campo de golfe em Doonbeg, durante o torneio Irish Open. A cerimônia no ground zero segue sua tradição de sete minutos de silêncio, marcando os horários exatos dos impactos e desabamentos que ocorreram há 25 anos, incluindo um momento dedicado às vítimas com problemas de saúde decorrentes da tragédia.
