Entenda o funcionamento do Tesouro Direto
Investir pode parecer complexo para iniciantes, mas o Tesouro Direto se destaca no mercado brasileiro pela combinação de acessibilidade, variedade de produtos e o respaldo do Governo Federal. Antes de iniciar, é fundamental alinhar seus objetivos e prazos ao perfil de cada título.
O que é e como funciona?
O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional em parceria com a B3. Ao adquirir títulos, você empresta dinheiro ao governo e recebe o valor corrigido ao final do prazo. É possível começar com aportes baixos, sendo uma ferramenta versátil para reserva de emergência, proteção contra a inflação, planejamento da aposentadoria ou diversificação de portfólio.
Modalidades disponíveis
A escolha do título deve considerar o prazo e o objetivo do investidor:
- Tesouro Selic: Acompanha a taxa básica de juros, ideal para curto prazo e reserva de emergência.
- Tesouro Prefixado: Oferece previsibilidade com taxa definida no momento da compra.
- Tesouro IPCA+: Protege o poder de compra com rentabilidade atrelada à inflação.
- Tesouro RendA+: Focado no planejamento da aposentadoria com pagamentos mensais.
- Tesouro Educa+: Voltado para despesas educacionais em períodos específicos.
Vantagens e cuidados
Entre as vantagens estão a segurança, a facilidade de operação digital e a liquidez. Contudo, é preciso atenção à marcação a mercado: o resgate antecipado pode resultar em rentabilidades diferentes da contratada devido às oscilações dos preços dos títulos. Além disso, o investidor deve considerar a incidência de Imposto de Renda e IOF, além de não concentrar todo o patrimônio em um único ativo.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/negocios/vale-a-pena-investir-no-tesouro-direto/
