
Brasil registra recordes de ocupação e inadimplência
Taxa de desemprego fica em 5,3% no trimestre encerrado em agosto, enquanto população ocupada atinge 103,5 milhões. Inadimplência sobe para 5%.
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Gastos corporativos bilionários com infraestrutura de inteligência artificial superaquecem a economia americana e criam barreiras adicionais para o controle da inflação.

Candidato do Avante criticou a proibição das apostas online anunciada por Lula e sugeriu tributação de até 60% para o setor.

Com sede em Santa Catarina, a fabricante de escovas e utensílios Condor espera alcançar R$ 1 bilhão em faturamento e planeja novos investimentos.

Alexandre Riccio, CEO do Inter, afirmou durante evento em Belo Horizonte que o ajuste fiscal é fundamental para o crescimento sustentável e para atrair investimentos.

Analistas apontam caráter eleitoreiro no anúncio do fim das bets e do Desenrola 3.0 pelo governo federal às vésperas da eleição.

Ex-diretor do Banco Central, Luiz Fernando Figueiredo avalia que a proibição das bets por Medida Provisória gera insegurança jurídica e paralisa o mercado financeiro.

A prévia da inflação oficial (IPCA-15) subiu 0,70% em setembro, pressionada pelas contas de luz e pela alta nos preços dos alimentos.

Política fiscal do governo Lula eleva juros e impulsiona recorde de inadimplência, recuperações judiciais e falências de empresas no Brasil.

Inadimplência atinge quase 84 milhões de brasileiros em agosto, segundo a Serasa Experian, levando o governo a preparar nova versão do Desenrola Brasil.

Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição está preocupada com ofertas agressivas de crédito que elevam endividamento.

Banco Central reduziu de 2% para 1,8% a estimativa de alta do PIB para este ano e apontou nova desaceleração para 2027.

Taxas dos DIs fecharam em alta com reflexo de pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg e disparada dos rendimentos dos Treasuries no exterior.

Realizado em São Paulo pela FenaPrevi, XII Fórum Nacional debateu dados da pesquisa FenaPrevi/Datafolha e os desafios da proteção financeira e previdência no Brasil.

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Relatório interino da OCDE eleva a estimativa de crescimento global para 2,9% em 2026, mas aponta vulnerabilidades no setor energético e juros altos.