A coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou cinco ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pedindo a suspensão de peças eleitorais e direito de resposta por 'grave descontextualização de fatos e desinformação'.
Uma das campanhas questionadas retrata uma mulher que alega dificuldade em comprar alimentos e atribui o problema ao governo Lula, chamando-o de 'vergonha'. A campanha de Lula rebate, citando o relatório SOFI 2026 da ONU, que mostra melhorias na segurança alimentar no Brasil.
Outra propaganda contestada recorta falas reais de Lula, acusando-as de 'mentira', enquanto outra critica o governo por 'rombos nas estatais'.
Além disso, a coligação apontou uma irregularidade formal: o nome do candidato à vice-presidência de Flávio, Alfredo Gaspar (PL-AL), não estaria indicado de forma integral, conforme exigido por lei.
Três das ações serão relatadas pela ministra Estela Aranha, enquanto duas serão julgadas pelo ministro André Mendonça. O pedido inclui multa no valor máximo de R$ 30 mil.
