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Ministra do STF Cármen Lúcia vota em Belo Horizonte no primeiro turno

Ministra do STF Cármen Lúcia vota em Belo Horizonte no primeiro turno das eleições e comenta atuação da Corte no pleito de 2026.

Redação•04 de out. de 2026, 10:53
Ministra do STF Cármen Lúcia vota em Belo Horizonte no primeiro turno
Imagem: site

Ministra do STF Cármen Lúcia vota em Belo Horizonte no primeiro turno

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A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia compareceu às urnas neste domingo (4) para registrar seu voto no primeiro turno das eleições. A magistrada votou por volta das 8h em uma escola localizada na região centro-sul de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, chegando ao local de votação pouco após a abertura dos portões. Durante sua passagem pelo colégio eleitoral, a ministra tirou fotografias com eleitores e recebeu aplausos do público presente.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a expectativa é de que 158.745.483 brasileiros participem das votações nas eleições de 2026, o que representa um aumento de 2,2 milhões de eleitores em comparação com o pleito anterior. Os cidadãos escolhem representantes para seis cargos: presidente, governador, senador (com duas vagas), deputado federal e deputado estadual ou distrital. O segundo turno para os cargos do executivo — governo e Presidência —, caso seja necessário, está agendado para o dia 25 de outubro.

A atuação do STF teve destaque durante o período eleitoral de 2026, com momentos de maior tensão na reta final decorrentes de embates entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes a respeito de investigações sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master. Diante do cenário tensionado, a postura de Cármen Lúcia buscou resguardar a estabilidade e a imagem institucional da Suprema Corte.

Outro ponto marcante da atuação da ministra na semana foi a decisão contrária ao recurso apresentado pelo candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, que tentava garantir participação no debate promovido pela Rede Globo. A exclusão do candidato ocorreu porque a emissora utilizou o critério legal de representatividade no Congresso Nacional — exigência de ao menos cinco parlamentares eleitos —, regra não alcançada pela legenda recém-criada devido à cláusula de barreira. Renan Santos recorreu à Justiça com base em seu desempenho em pesquisas de intenção de voto, mas Cármen Lúcia rejeitou o pedido fundamentando-se no cumprimento estrito da legislação eleitoral e na preservação dos critérios de representatividade legal e das regras organizacionais dos debates, sem exceções casuísticas.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/carmen-lucia-ministra-do-supremo-tribunal-federal-vota-em-minas-gerais/

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