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Rio de Janeiro soma 74 casos de Mpox no intervalo de dois meses

Capital fluminense registra 74 casos de Mpox em dois meses, apontam dados do Observatório Epidemiológico do município.

Redação•30 de out. de 2026, 23:30
Rio de Janeiro soma 74 casos de Mpox no intervalo de dois meses
Imagem: site

Rio de Janeiro soma 74 casos de Mpox no intervalo de dois meses

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A cidade do Rio de Janeiro contabilizou 74 casos de Mpox em um período de dois meses, conforme dados divulgados pelo Observatório Epidemiológico do município. O montante representa um crescimento sete vezes superior ao registrado no mesmo intervalo no ano anterior, quando houve dez ocorrências.

O levantamento aponta que o mês de setembro concentrou a maior parte das infecções, totalizando 45 confirmações. No mês de outubro, o sistema registrou outras 29 ocorrências da doença.

Entenda a transmissão e os sintomas

A Mpox caracteriza-se como uma enfermidade viral provocada por um vírus pertencente ao gênero Orthopoxvirus. A propagação do vírus sucede primordialmente mediante o contato direto com lesões cutâneas, secreções respiratórias e fluidos corporais durante episódios de proximidade prolongada, além de o contato sexual também favorecer a transmissão.

Os principais indícios clínicos da infecção englobam:

  • Febre
  • Mal-estar
  • Dores pelo corpo
  • Aumento dos gânglios linfáticos
  • Lesões cutâneas em diferentes regiões do corpo

Tais manifestações progridem por diversos estágios até culminarem na formação de crostas. Segundo especialistas, a identificação precoce viabiliza a orientação para o isolamento do paciente, a contenção da propagação do vírus e a assistência médica apropriada.

Diretrizes da vacinação

Conforme informações repassadas pelo Ministério da Saúde, a estratégia de imunização prévia à exposição ao vírus concentra esforços nos grupos com maior probabilidade de desenvolver quadros graves. O público prioritário abrange:

  • Homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais com 18 anos ou mais que convivem com o vírus do HIV
  • Profissionais de laboratórios que lidam diretamente com o microrganismo, com faixa etária entre 18 e 49 anos
  • Pessoas que mantiveram contato considerado de médio ou alto risco, conforme critérios da OMS, com fluidos e secreções de casos suspeitos, prováveis ou confirmados

O protocolo determina que a aplicação do imunizante ocorra em até quatro dias após a exposição ao indivíduo infectado, ou no prazo máximo de 14 dias caso o paciente permaneça sem apresentar sintomas.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/rio-de-janeiro-registra-74-casos-de-mpox-em-dois-meses/

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